Renda real subiu 5% em 2025 e chegou a R$ 3.613, um recorde na série histórica medida pelo IBGE
2025 foi um marco para a economia brasileira. No dia 30 de janeiro, foram divulgados os dados do PNAD e IBGE, com a taxa de desocupação fixada em 5,6% — o menor nível anual desde o início da série histórica em 2012 —, o país aproxima-se do que economistas classificam como "pleno emprego", transformando a dinâmica entre patrões e empregados.
Recordes no Setor Privado e Público
A expansão do mercado de trabalho não foi apenas quantitativa, mas também qualitativa, com um avanço expressivo nos postos formais de trabalho em diversas esferas.
Carteira Assinada em Alta: O número de empregados no setor privado com carteira assinada atingiu o recorde de 39,4 milhões, refletindo uma maior confiança do empresariado.
Setor Público: O contingente de ocupados em atividades ligadas ao poder público também alcançou o pico histórico de 13 milhões de pessoas no último trimestre de 2025.
Trabalho por Conta Própria: O segmento registou 26,1 milhões de trabalhadores, demonstrando a força do empreendedorismo e das plataformas digitais na economia atual.
Massa Salarial e Poder de Compra
O crescimento da "massa de rendimento real habitual" — a soma de todos os salários pagos no país — foi o motor do consumo das famílias ao longo do ano passado.
Massa Salarial Recorde: O montante total chegou a R$ 361,7 bilhões, uma expansão de 7,5% em comparação com 2024.
Rendimento Médio: O valor médio recebido pelo trabalhador brasileiro fixou-se em R$ 3.613, impulsionado pela escassez de mão de obra em setores técnicos.
Ganhos por Setor: A agropecuária liderou os ganhos reais (+9,3%), seguida pela construção civil (+5,5%) e pelo setor de serviços e administração pública.
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