terça-feira, 11 de agosto de 2026

Os Seus Avós Vão Decidir as Próximas Eleições?

Aparentemente, sim. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Brasil chega às próximas eleições com o eleitorado mais velho de sua história recente. Pela primeira vez, quase 1 em cada 4 votos (23,6%) virá de uma pessoa com 60 anos ou mais.


O eleitorado +60 saltou de aproximadamente 20,8 milhões em 2010 para mais de 37,5 milhões de pessoas, representando um crescimento impressionante de cerca de 80% no período. Em contrapartida, o eleitorado total brasileiro avançou apenas 15% nas mesmas duas décadas.

Por que essa mudança demográfica importa?

Além de ser a primeira vez que a faixa etária idosa supera em volume a de jovens entre 16 e 24 anos, o grupo da terceira idade apresenta um engajamento nas urnas superior à média nacional.

O comparecimento médio de eleitores com mais de 60 anos é de 65,5%. Se analisarmos a faixa entre 60 e 69 anos — para quem o voto ainda é obrigatório —, a presença nas urnas ultrapassa 85%, índice maior do que a média geral do país. Mesmo entre os eleitores acima de 70 anos (cujo voto é facultativo), as taxas de abstenção têm caído progressivamente a cada eleição, consolidando esse grupo como uma força decisiva no pleito.

  • Maior presença nas urnas: Idosos entre 60 e 69 anos registram taxa de presença superior à média geral de votantes.

  • Participação política em alta: Além de votarem, a representatividade de candidatos com +60 anos também cresceu, ocupando uma parcela expressiva das candidaturas.

  • Poder de decisão: Em cenários eleitorais acirrados e polarizados, esse contingente populacional tem o peso necessário para definir eleições majoritárias.

O que está por trás do envelhecimento do eleitorado?

Dois fatores estruturais interligados explicam essa transformação no perfil de quem vota no Brasil:

1. Envelhecimento acelerado e longevidade

De acordo com levantamentos do IBGE, a fatia de brasileiros com 60 anos ou mais saltou de 7% para 16% da população total em cerca de três décadas. O ganho na expectativa de vida e a melhoria dos cuidados de saúde garantem que essa população permaneça ativa e engajada por mais tempo.

2. Queda acentuada da natalidade e do eleitorado jovem

Na outra ponta, o número de eleitores jovens (16 a 18 anos) sofreu uma queda superior a 14%. Isso é reflexo direto da redução da taxa de fecundidade no Brasil, que caiu para 1,6 filho por mulher — índice abaixo do nível de reposição populacional (2,1) e similar ao de países historicamente envelhecidos, como os EUA e nações da Europa.

Desinformação: o outro lado da moeda

"Pessoas acima de 65 anos compartilham cerca de 7 vezes mais fake news do que jovens entre 18 e 29 anos, segundo estudos de comportamento digital."

Essa vulnerabilidade do público sênior em ambientes virtuais os torna alvos prioritários de estratégias digitais de desinformação. Como a "Geração Prateada" consome e compartilha conteúdos em massa em aplicativos de mensagem e redes sociais, proteger esse eleitorado contra narrativas enganosas tornou-se um dos maiores desafios do processo eleitoral democrático.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Eleições 2026: Bastidores


Na mais nova
 rodada da pesquisa BTG/Nexus, Lula lidera o primeiro turno com 40% das intenções de voto no cenário estimulado, uma leve queda ante os 41% da rodada anterior, enquanto Flávio Bolsonaro recua de 37% para 35%. Os demais nomes seguem estagnados: Caiado tem 5% (era 6%), Renan Santos mantém 4% e Zema cai de 5% para 3%.

No segundo turno, todos os cenários testados mostram Lula à frente e com vantagem estável: 47% a 44% contra Flávio (era 46% a 45%), 46% a 42% contra Caiado (sem mudança), 47% a 40% contra Zema e 46% a 37% contra Renan Santos. 

Enquanto isso... Lula decidiu afastar do núcleo de sua campanha o ministro da Secom, Sidônio Palmeira. Há uma disputa entre os profissionais de comunicação ligados ao presidente quanto ao estilo da campanha. 

Debates na Band, Tidos como pontapés iniciais da campanha eleitoral oficial, os debates entre candidatos aos governos estaduais promovidos neste domingo pela Band foram marcados por ataques e ausências. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) nacionalizaram os temas, falando de Banco Master e tarifaço. Mas a segurança pública também entrou na pauta, com o petista criticando o aumento no percentual de feminicídios no estado. O governador reagiu comparando os números aos de estados governados pelo PT. Diversos candidatos preferiram fugir dos confrontos. 

Líderes nas pesquisas, respectivamente, no Paraná e no Rio de Janeiro, Sérgio Moro (PL) e Eduardo Paes (PSD) não apareceram. Outra marca dos debates foi a falta de menção, mesmo entre os postulantes do PL, ao candidato do partido ao Planalto, Flávio Bolsonaro. Diversos candidatos preferiram fugir dos confrontos; foi o caso de Eduardo Braide (PSD) candidato ao governo do Maranhão.

Em mais uma reviravolta na eleição mineira, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) reverteu o veto do próprio partido e confirmou sua candidatura ao governo de Minas Gerais. A decisão foi tomada após a direção nacional da legenda recuar e autorizar sua participação na disputa. O ex-prefeito de Patos de Minas Luís Eduardo Falcão (Republicanos) será o candidato a vice-governador. 

(Com informações do Portal Meio)

Desenrola Adimplentes Entra em Operação com Juros Reduzidos para Informais e Estudantes do Fies

O Governo Federal iniciou, nesta segunda-feira (10 de agosto de 2026), em todo o Brasil, a fase operacional do Desenrola Adimplentes


A medida, gerida pelo Ministério da Fazenda em parceria com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, prevê alcançar até 500 mil trabalhadores informais e 100 mil estudantes ou empreendedores adimplentes vinculados ao Fies que buscam reorganizar dívidas e acessar crédito com taxas reduzidas.

Regras e Condições para Trabalhadores Informais

A nova modalidade permite trocar operações de crédito pessoal mais caras por novos contratos com juros menores, auxiliando quem mantém os pagamentos em dia a evitar o endividamento excessivo.

  • Público-alvo: Pessoas físicas que atuam no mercado informal (sem carteira assinada, cargos públicos, aposentadoria ou pensão).

  • Limite da dívida: Empréstimos de crédito pessoal não consignado de até R$ 15 mil por instituição financeira.

  • Histórico de pagamento: Ter pago pelo menos quatro parcelas do contrato original e estar em dia ou com atraso de, no máximo, 90 dias.

  • Teto de juros: Taxa máxima de 1,99% ao mês (ou inferior à cobrada no contrato original).

  • Redução na prestação: A nova parcela deve corresponder a, no máximo, 90% do valor da prestação anterior (com parcela mínima de R$ 50).

  • Crédito adicional: Possibilidade de obter valor extra equivalente a até 50% do saldo devedor original para ser utilizado como capital de giro.

Facilidades para Estudantes e Empreendedores do Fies

Para os beneficiários do Fundo de Financiamento Estudantil que estão com os pagamentos em dia, a iniciativa combina incentivo à quitação e apoio ao empreendedorismo.

  • Desconto à vista: Abatimento de 12% para quitação integral em contratos firmados até 2017.

  • Crédito empreendedor (Pessoa Física): Limite de até R$ 80 mil para ex-estudantes do Fies iniciarem ou expandirem negócios.

  • Crédito empreendedor (Pessoa Jurídica): Limite de até R$ 180 mil para empresas formadas por ex-estudantes, com taxa fixa de 11% ao ano.

  • Prazo de adesão: Solicitações abertas até 31 de dezembro de 2026 nos canais oficiais dos bancos.

Divisão de Recursos e Bloqueio de Bets

A estruturação das operações passou por ajustes aprovados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) via Medida Provisória nº 1.382 para ampliar a adesão dos bancos privados.

  • Composição do crédito: 70% do valor de cada operação é garantido com recursos da União, enquanto 30% é financiado com capital próprio dos bancos participantes.

  • Trava para apostas eletrônicas: Quem aderir às linhas subsidiadas do programa terá o CPF suspenso para uso em plataformas de apostas online (bets) pelo período de seis meses.

"A mudança busca incentivar a participação de mais instituições financeiras no programa, mantendo o uso eficiente do dinheiro público e garantindo que o crédito acessível cumpra sua função de apoiar a saúde financeira das famílias e o empreendedorismo." Ministério da Fazenda

Debate TV Band: Orleans mostra-se preparado e apresenta as melhores propostas para o Maranhão

O pré-candidato Orleans Brandão (MDB) se destacou como protagonista no primeiro debate ao governo do Maranhão realizado na TV Band, na noite deste domingo (9). 


O emedebista marcou posição política, vinculando sua pré-candidatura ao campo liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo governador Carlos Brandão. 

Ao todo, cinco concorrentes compareceram ao enfrentamento. Eduardo Braide (PSD) não participou, deixando vazia uma cadeira no palco. “Fugiu do debate sobre o Maranhão”, disse Orleans. 

“Nesta eleição, a gente vai ter a oportunidade de escolher entre dois lados: o lado da conveniência e o lado do povo, o lado do presidente Lula, o lado do governador Brandão, o lado que tirou mais de 1 milhão de maranhenses da linha da fome e da extrema pobreza”, disse Orleans durante a apresentação inicial no debate.

Além de Orleans, participaram do encontro Felipe Camarão (PT), Roberto Rocha (PRTB), André Luís (Missão) e Saulo Arcangeli (PSTU). 

Orleans respondeu a todas as críticas da oposição, apresentou propostas e se destacou como protagonista no seu primeiro debate. Ao responder uma pergunta de Felipe Camarão sobre o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), o emedebista mencionou que o adversário foi secretário de Educação do estado durante seis anos e não fez o que seus sucessores no governo Carlos Brandão fizeram: “Acabar com o suco e com a bolacha em todas as escolas do Maranhão”

Ainda segundo Orleans, o governo estadual criou o maior programa educacional da história do Maranhão: o Educação de Verdade. “Um programa que está chegando na ponta, que entregou um tablet para mais de 250 mil alunos, levando tecnologia — a maior entrega de tablets do Brasil —, que ajuda no transporte público em todos os municípios do Estado do Maranhão e que colocou uma refeição de verdade, junto com o presidente Lula”, declarou. 

Orleans Brandão acrescentou: “Você que está me assistindo, pergunte ao seu filho, a um sobrinho, pergunte a um parente como está a refeição no ensino médio. É comida de verdade, almoço de verdade para os alunos que estudam no matutino e vespertino, e o jantar para aqueles que estudam à noite”.

Entre as propostas de educação, Orleans Brandão se comprometeu em expandir o ensino em tempo integral para atingir 50% das escolas da rede estadual nos primeiros quatro anos de governo. 

O pré-candidato do MDB declarou ainda que as críticas de Felipe Camarão refletem uma frustração diante do não comparecimento de Braide. “É uma pena que você venha aqui para atacar. Acho que você está fazendo isso porque o seu candidato ao governo não está aqui”, afirmou, dizendo depois que o adversário era um “preposto”.

As mortes registradas no Hospital da Criança, em 2025, também entraram na pauta. Orleans falou de todas as ações do governo na área da Saúde, com a triplificação da hemodiálise, e afirmou que pretendia questionar o ex-prefeito de São Luís diretamente sobre o assunto, lamentando a ausência do adversário.

“O que aconteceu lá foi um verdadeiro descaso. Retirou médicos especializados para colocar uma terceirizada. O resultado nós vimos: uma mãe chegou com gêmeos ao Hospital da Criança e os dois faleceram. Um caso de bronquiolite que, se tivesse um médico especialista, conseguiria tratar”, relatou.

Entre outros temas, Orleans destacou avanços na infraestrutura do Maranhão, com mais de 5 mil quilômetros de estradas asfaltadas e intervenções estratégicas nas MAs, como as vias da Baixada e a rodovia de Araoca. O pré-candidato ressaltou a execução de obras consideradas historicamente “impossíveis” e projetou novas ações de requalificação. Em relação à capital, ele citou o transporte público de São Luís como um “caos”. A crítica do emedebista pontuou a redução da frota de ônibus de 900 para 450 veículos e acusou Braide de mais uma vez culpar a sociedade. 

Nas considerações finais, Orleans afirmou: “Tivemos a oportunidade de mostrar tudo o que já foi feito na gestão do governador Carlos Brandão e como vamos seguir avançando”.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Famílias e Indústrias Expandem Uso de Energia Solar para Reduzir Custos Comerciais e de Produção no Brasil

Famílias e empresas em todo o Brasil vêm intensificando os investimentos em geração distribuída de energia solar e sistemas de armazenamento BESS, para mitigar o impacto constante dos reajustes nas tarifas elétricas. 


Dados recentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelam que a alta no custo da eletricidade já compromete diretamente a competitividade de 83% do setor fabril brasileiro, levando mais de 64% dos empresários do país a adotarem ações imediatas para otimização do consumo e autogeração.

Impacto Financeiro e Diagnóstico do Setor Industrial

A oscilação e o aumento das tarifas elétricas tornaram-se um dos principais gargalos para a eficiência operacional no setor produtivo nacional.

  • Impacto na Produção: 67% dos empresários relatam que a tarifa de energia afeta diretamente os custos finais de fabricação.

  • Ações Mitigatórias: Mais de 64% das indústrias já implementaram medidas estratégicas para contenção de gastos com eletricidade.

  • Investimento em Autogeração: 13% dos gestores investiram diretamente em sistemas próprios de energia e em programas dedicados de eficiência energética.

  • Variação por Segmento: A adesão a medidas de eficiência varia entre os setores, destacando-se áreas como equipamentos de informática e produção industrial diversificada.

Soluções Tecnológicas: BESS e Estabilidade Financeira

A combinação de painéis fotovoltaicos com sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) surge como resposta indispensável para garantir previsibilidade orçamentária e autonomia às empresas e residências.

"A energia solar aliada ao armazenamento por baterias reduz os custos industriais contra a alta nas tarifas elétricas, garantindo estabilidade financeira para os negócios e impulsionando a competitividade da economia nacional."

Perspectivas e Benefícios Econômicos

A transição energética para o modelo solar não se restringe apenas à sustentabilidade ambiental, mas consolida-se como estratégia financeira indispensável.

  • Previsibilidade Financeira: Proteção contra bandeiras tarifárias e reajustes sazonais da rede distribuidora.

  • Competitividade: Redução do custo unitário de produção para a indústria brasileira.

  • Sustentabilidade Operacional: Menor dependência da rede elétrica convencional e redução da pegada de carbono.

(Informações do Portal da Sustentabilidade)

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Flávio Bolsonaro concorrerá sem alianças e com chapa pura do PL

 


Pela primeira vez desde a redemocratização, um pré-candidato à Presidência com mais de 30% nas pesquisas caminha para disputar o primeiro turno sem nenhuma legenda aliada formando uma Coligação. 

Isso porque ontem, o Partido dos Republicanos confirmou, em uma convenção nacional em Brasília, que não apoiará formalmente nenhum candidato ao Planalto. A decisão veio dias depois de o PP também negar aliança a Flávio Bolsonaro.

Desde a eleição de 1989, todo candidato que terminou o primeiro turno entre os dois primeiros colocados teve o apoio de pelo menos um partido. Se o cenário atual persistir, Flávio pode ser o primeiro a quebrar esse padrão em 37 anos.

A relevância por trás da decisão

Sem alianças, Flávio deve ficar restrito ao tempo de propaganda do próprio PL, enquanto Lula — com uma frente de ao menos sete partidos — pode concentrar quase metade de todo o tempo disponível na TV e no rádio.

A recusa do Republicanos também custou a Flávio o nome cotado para sua vice, a economista Daniella Marques, ex-presidente da Caixa. Sem coligação formal, o partido não permite que ela concorra na chapa.

  • O mesmo aconteceu com a senadora Tereza Cristina, do PP, que chegou a aceitar o convite, mas teve o nome vetado pela cúpula do próprio partido.

O que vem a seguir: O prazo para fechamento de coligações termina hoje (5/08), e Flávio ainda tenta destravar apoio de outras siglas médias para não chegar à campanha isolado — e com menos tempo de TV que seus adversários. O candidato anunciou seu Vice, hoje, no último dia do prazo: Dep. Federal Alberto Gaspar (PL/AL) - foi relator da CPMI do INSS; o parlamentar é investigado sob suspeita de estupro de vulnerável e de desvio de R$ 6 milhões em Emendas.

(The News)

Pesquisa Meio/Ideia: Aprovação de Lula cresce; rejeição a Flávio também

A oitava edição da pesquisa Meio/Ideia mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu seu melhor desempenho desde o início da série histórica do levantamento. 


A aprovação do presidente subiu
para 48,5%, enquanto a desaprovação recuou para 49%, a menor da série. A rejeição segue em alta, mas ficou menor que a de seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), também pela primeira vez. O levantamento também aponta melhora na avaliação do governo e aumento da parcela dos entrevistados que considera que Lula merece um novo mandato. A pesquisa aponta ainda que o presidente mantém melhor desempenho entre mulheres, católicos e eleitores do Nordeste, enquanto enfrenta maior resistência entre homens, evangélicos e moradores das regiões Sul e Sudeste. Os dados foram coletados entre 31 de julho e 3 de agosto. 

Lula segue com vantagem na disputa presidencial, segundo a pesquisa. No cenário estimulado de primeiro turno, o presidente aparece com 43% das intenções de voto, contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Na sequência, estão Ronaldo Caiado (PSD), com 5,7%, Renan Santos (Missão), com 4,7%, e Romeu Zema (Novo), com 2,6%. No segundo turno, após um empate técnico em abril e uma vantagem numérica de Flávio em maio, o presidente passou à frente e agora registra 48,5% das intenções de voto, contra 43% do senador. Lula lidera com folga entre as mulheres, com 55% das intenções de voto, ante 34,5% de Flávio. Entre os homens, o cenário se inverte: o senador aparece com 52,2%, enquanto o presidente registra 41,5%.  

Os Seus Avós Vão Decidir as Próximas Eleições?

Aparentemente, sim. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Brasil chega às próximas eleições com o eleitorado mais velho de s...