A partir deste mês de fevereiro de 2026, começam a valer as novas regras do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), que ampliam significativamente a faixa de isenção. A medida, celebrada pela gestão federal em Brasília nesta semana, visa aumentar o poder de compra da classe média e de trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos, impactando diretamente a economia doméstica de milhões de brasileiros.
Justiça tributária e impacto no orçamento familiar
O principal objetivo da reforma administrativa e tributária promovida pelo Executivo é a redistribuição da carga de impostos. Com a nova faixa de isenção, o governo busca garantir que rendimentos voltados ao consumo básico não sejam tributados, permitindo que o excedente financeiro retorne ao mercado na forma de consumo de bens e serviços.
De acordo com o Ministério da Fazenda, a mudança é acompanhada por uma compensação fiscal focada na tributação de rendas elevadas (acima de R$ 600 mil anuais), estabelecendo um sistema de alíquotas progressivas que mantém o equilíbrio das contas públicas.

Presidente Lula e equipe econômica: conquista
Principais entregas e mudanças na tributação
As novas regras estabelecidas pelo Governo Federal para 2026 incluem:
Isenção total: Trabalhadores, aposentados e pensionistas que recebem até R$ 5.000,00 mensais ficam totalmente isentos do pagamento de IR.
Desconto parcial: Benefício de redução progressiva do imposto para quem recebe entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00.
Economia anual: Estimativa de que um trabalhador na faixa dos R$ 5 mil economize cerca de R$ 4.350,00 por ano, o equivalente a quase um 14º salário.
Alcance: A medida beneficia cerca de 16 milhões de brasileiros já nos contracheques deste mês.
Aplicação no 13º: A nova tabela de isenção também será aplicada ao cálculo do décimo terceiro salário.
Perspectivas econômicas
Além do alívio direto no bolso do cidadão, a equipe econômica do governo prevê que a injeção desses recursos no mercado possa impulsionar o PIB de 2026. Analistas apontam que, ao desonerar a renda de até R$ 5 mil, o governo estimula o comércio e o setor de serviços, criando um ciclo positivo de crescimento e geração de empregos.