Ratinho Jr – desistiu da disputa presidencial. Em nota, Ratinho Jr. afirmou que permanecerá no cargo até o fim do mandato, em dezembro. O governador paranaense disse que a decisão foi tomada após reflexão com a família. O anúncio ocorre na mesma semana em que o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) deve migrar para o PL e oficializar candidatura ao governo do Paraná em oposição ao grupo de Ratinho Jr. A tendência é que o atual governador concentre esforços na sucessão estadual, apoiando um candidato próprio contra Moro. (Folha)
No PSD, a pré-candidatura - do
governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ganha força. Ratinho Jr. era o
pré-candidato mais bem posicionado nas pesquisas, com 7% das intenções de voto,
seguido por Caiado, com 4%, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul,
com 3%, segundo levantamento da Quaest de março. Nos bastidores, aliados
do presidente do PSD, Gilberto Kassab, avaliam que Caiado reúne melhores
condições para a disputa, com destaque para sua atuação na área de segurança
pública e a proximidade com o agronegócio. (g1)
Já Kassab - afirmou que
a definição do candidato do partido ocorrerá até o fim de março. Em nota, ele
citou Caiado e Leite como nomes na disputa interna. Segundo o dirigente, ambos
têm apresentado propostas que podem orientar o plano de governo da sigla.
(Globo)
Flávio Bolsonaro (PL) –
partiu para o ataque às candidaturas do PSD antes mesmo de uma definição de
quem será o escolhido do partido para disputar as eleições. Um jingle com
críticas à chamada terceira via e ao Centrão foi exibido durante a transmissão
ao vivo de um evento de Flávio Bolsonaro no Nordeste, no último fim de semana.
A música afirma que a “terceira via” é “sequelada” e diz que partidos do
Centrão irão “cair do cavalo”. (CNN Brasil)
Visto como trunfo para
a reeleição do presidente Lula (PT), o fim da escala de trabalho 6x1
pode vir por Medida Provisória (MP), já que, na avaliação do Planalto, a
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema está “empacada” na Câmara.
O prazo estabelecido pelo executivo para que a PEC ande é de duas semanas, ao
fim das quais Lula lançaria mão da MP, que tem efeito imediato. Outra ala do
governo prefere um projeto de lei com regime de urgência, que precisaria ser
votado em 45 dias. (Estadão)
A Procuradoria-Geral da
República (PGR) manifestou-se favorável à concessão de prisão domiciliar ao
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com base no quadro de saúde apresentado. Em
parecer pedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de
Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que a condição clínica do
ex-presidente exige acompanhamento constante, mais adequado ao ambiente
familiar do que ao sistema prisional. Segundo Gonet, a evolução do estado de
saúde recomenda a flexibilização do regime, já que Bolsonaro estaria sujeito a
alterações súbitas e imprevisíveis. (UOL)
Ministros do STF avaliam que Moraes passou a ter mais elementos para atender o pedido de prisão domiciliar após o posicionamento da PGR. Nos bastidores, integrantes da Corte consideram que o parecer do procurador-geral reforça os laudos médicos e os argumentos apresentados pelos advogados do ex-presidente. A avaliação é de que a posição da PGR, somada ao quadro de saúde de Bolsonaro, aumenta a tendência de concessão da prisão humanitária. (Globo)