Assembleia Legislativa do Maranhão

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Copa 2026: os próximos jogos do Brasil

 


Confira a seguir quando e onde deve jogar o Brasil:

  • 16 avos de finalcom a liderança do Grupo C, o Brasil enfrentará o Japão, segundo colocado do grupo F. A partida está prevista para 29 de junho (segunda-feira), às 14h (de Brasília), em Houston.

  • Oitavas de finalcaso avance, a seleção brasileira enfrentará o vencedor do confronto entre o segundo colocado do Grupo E (Alemanha ou Costa do Marfim) e o segundo colocado do Grupo I (França e Noruega). A partida está prevista para 5 de julho (domingo), às 17h (de Brasília), em Nova Jersey/Nova York.

  • Quartas de final: se chegar entre os oito melhores, o Brasil voltará a campo em 11 de julho (sábado), às 18h (de Brasília), em Miami.

  • Semifinalem caso de classificação, a seleção disputará a semifinal em 15 de julho (quarta-feira), às 16h (de Brasília), em Atlanta.

  • Terceiro lugarcaso o Brasil perca a semifinal, disputará a terceira colocação em 18 de julho (sábado), às 16h (de Brasília), em Miami.

  • Finalse avançar até a decisão, o Brasil jogará a final da Copa do Mundo em 19 de julho (domingo), às 16h (de Brasília), em Nova York/Nova Jersey.

Poluição farmacêutica desafia a indústria da saúde a ir além do cumprimento legal

Por Eduardo Mangione

Descarte incorreto de medicamentos contamina água e solo no Brasil, mas iniciativas de logística reversa no setor farmacêutico mostram que é possível reverter esse cenário.


Comprimidos jogados no vaso sanitário, xaropes descartados na pia, caixas de medicamentos vencidos no lixo doméstico. O que parece um gesto trivial do cotidiano esconde um problema ambiental ainda pouco percebido: a contaminação de corpos hídricos e do solo por resíduos farmacêuticos.

Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) mostram a dimensão do mercado farmacêutico brasileiro, que movimentou cerca de R$ 160 bilhões em 2024. Diante desse cenário, o descarte adequado de medicamentos ganha relevância não apenas do ponto de vista da saúde pública, mas também da preservação ambiental.

E esse desafio não se restringe ao Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem alertado para os impactos da poluição por resíduos farmacêuticos, especialmente pela contribuição desses contaminantes para a resistência antimicrobiana e pelos riscos aos ecossistemas aquáticos. A presença de antibióticos no ambiente, por exemplo, pode favorecer a seleção de microrganismos resistentes, enquanto determinadas substâncias são capazes de provocar alterações em espécies da fauna aquática.


No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) estabelece a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e prevê a implementação de sistemas de logística reversa. Já a RDC nº 222/2018 da ANVISA reúne diretrizes para o gerenciamento dos resíduos dos serviços de saúde.

Apesar dos avanços regulatórios, especialistas apontam que a conscientização da população e a ampliação da rede de coleta ainda representam desafios importantes.

“Muitas pessoas ainda descartam medicamentos no lixo comum ou na rede de esgoto sem conhecer os impactos ambientais desse hábito. Dependendo da substância, esses resíduos podem contaminar o solo e os recursos hídricos, além de afetar ecossistemas aquáticos”, afirma Bianca Gomes, especialista em Engenharia Ambiental e Sanitária ESG do Grupo EP.

Diante desse contexto, cresce a expectativa para que as empresas da área da saúde avancem além do cumprimento das exigências legais e desenvolvam ações capazes de gerar benefícios ambientais mensuráveis. É nesse cenário que casos como o da epharma, empresa do Grupo EP e líder em Programas de Benefício em Medicamentos (PBM), ganham relevância.

Em 2025, a companhia afirma ter evitado a contaminação de aproximadamente 15,3 bilhões de litros de água por meio de seu programa de descarte inteligente de medicamentos. O cálculo considera as 34 toneladas de resíduos farmacêuticos coletados e destinados adequadamente ao longo do período, por meio de uma rede composta por 296 pontos de coleta distribuídos pelo país.

“Existe uma mudança importante em curso na área da saúde. Sustentabilidade deixou de ser apenas uma agenda corporativa e passou a envolver acesso, educação e impacto social. O descarte correto de medicamentos faz parte dessa transformação”, afirma Eduardo Mangione, CEO do Grupo EP.

Além da operação de coleta, a epharma promove ações de conscientização em instituições de ensino, buscando ampliar o conhecimento da população sobre os riscos associados ao descarte inadequado. A combinação entre logística reversa e educação ambiental é apontada por especialistas em ESG como um elemento essencial para uma gestão mais eficiente dos resíduos farmacêuticos.

Em São Raimundo das Mangabeiras, grande ato de apoio a Orleans Brandão

Nesta quinta-feira (25), o pré-candidato a governador Orleans Brandão cumpriu agenda no Sul do Maranhão, onde participou de um caloroso encontro político com a população e lideranças locais no município de São Raimundo das Mangabeiras.


Apoio Político e Engajamento Popular

O evento foi liderado pelo prefeito Accioly Cardoso e contou com uma forte adesão popular, reunindo moradores da sede, da zona rural e de comunidades regionais. O encontro consolidou o alinhamento de forças políticas locais em torno do projeto de continuidade da gestão estadual.

  • Presença expressiva de moradores das regiões de Vale Verde, Morro do Chupé e do assentamento Bacuri.

  • Apoio consolidado de vereadores, vice-prefeitos e ex-prefeitos da região, a exemplo de Francismar Carvalho.

  • Destaque para a trajetória de Orleans Brandão e sua experiência como secretário de Assuntos Municipalistas na aproximação direta com as lideranças do interior.

“Nos últimos quatro anos, dediquei minha vida a conhecer os municípios e entender os problemas de cada região. Tenho muito orgulho do que a gente já construiu, em ver que o estado está avançando, que o municipalismo saiu do papel e se transformou em ações concretas. Para dar continuidade a esse grande trabalho já realizado pelo governador Carlos Brandão, precisamos de parceiros como o prefeito Accioly e todo esse grupo que quer o desenvolvimento de São Raimundo das Mangabeiras.” Orleans Brandão, pré-candidato a governador.


Infraestrutura e Entregas Consolidadas

Durante o ato, o prefeito Accioly Cardoso manifestou gratidão pelas ações e obras já viabilizadas para a cidade por meio da atuação de Orleans Brandão junto ao governo do estado:

  • Construção e entrega de uma nova praça pública.

  • Implantação do novo Centro Comercial no município.

  • Viabilização da construção da tão sonhada ponte local, antiga demanda da população.

Novas Propostas para a Região Sul

Ao acolher as demandas apresentadas pelas lideranças comunitárias, o pré-candidato defendeu a ampliação de investimentos estruturantes essenciais para o desenvolvimento socioeconômico da região:

  • Saúde: Proposta para a construção da primeira maternidade da região Sul do Maranhão.

  • Mobilidade Urbana: Projeto para ampliação e duplicação da estrada que interliga São Raimundo das Mangabeiras ao município de Loreto.

  • Saneamento e Infraestrutura: Intensificação dos investimentos em sistemas de abastecimento de água potável e melhoria da malha viária regional.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Em diálogo com taxistas de todo o Maranhão, Orleans Brandão assume compromisso com a categoria

O pré-candidato ao governo do estado, Orleans Brandão, participou, na tarde desta quarta-feira (24), de uma reunião estratégica com taxistas e representantes do Sindicato da categoria. 


O encontro, que contou com a presença de taxistas de São Luís e de diversos municípios do interior do Maranhão, teve como objetivo central a escuta ativa das demandas dos trabalhadores e a construção de soluções conjuntas para o setor. Durante o diálogo, Orleans enfatizou que a política deve ser pautada pelo contato direto com quem vive o dia a dia das cidades.

“Acredito que política é diálogo. Para conhecer os problemas, precisamos ouvir quem realmente faz o serviço acontecer. Saio daqui hoje com uma pauta de trabalho clara e o compromisso firme de ser um parceiro dos taxistas no governo”, pontuou.

Entre os principais pontos levantados pela categoria, destacou-se a necessidade de desburocratização dos processos junto ao Detran-MA. A implementação do "Detran Net" foi apontada como uma solução essencial para agilizar a emissão de documentos e a concessão de isenções fiscais, como ICMS e IPVA, facilitando a rotina profissional. Orleans acolheu a demanda e destacou a importância de modernizar o atendimento estatal, ressaltando que a tecnologia deve servir ao cidadão.

“Se o Detran Net é uma ferramenta que pode destravar a rotina do taxista, vamos trabalhar para torná-la realidade com a máxima celeridade. Meu compromisso é reduzir a burocracia que impede o trabalhador de gerar sua própria renda”, enfatizou Orleans. 

O pré-candidato também se colocou à disposição para analisar questões relativas à carga tributária e à valorização dos pontos de táxi, assegurando que o plano de governo será construído de forma participativa. Além disso, propôs a oferta de cursos de capacitação profissional em parceria com a Secretaria de Turismo, visando preparar ainda mais a categoria, que atua como um braço fundamental na recepção de visitantes e na promoção do Maranhão como destino turístico.

 “O taxista é, muitas vezes, o primeiro contato que o turista tem com a nossa terra. Queremos valorizar esse profissional, oferecendo suporte, capacitação e segurança jurídica para o exercício da profissão. O que discutimos hoje não é um pleito individual, é uma pauta plural, que beneficia a classe em todo o estado”, concluiu.

A reunião consolidou a postura de Orleans Brandão como um articulador atento às necessidades dos diversos setores produtivos do Maranhão, dando continuidade à sua trajetória de diálogo iniciada durante sua passagem pela Secretaria de Assuntos Municipalistas.

A Copa das Bets?

 

Copa do Mundo de 2026 caminha a passos largos para se consolidar como o maior evento de apostas da história da humanidade, com projeções apontando uma movimentação de mais de US$ 50 bilhões blobalmente.

São US$ 15 bilhões a mais do que o registrado na Copa do Catar, impulsionados pelo novo formato de 48 seleções — que adicionou 40 partidas ao calendário — e pela liberação das apostas em grande parte dos EUA.

No Polymarket, o mercado para adivinhar o campeão do mundo já acumulou US$ 1,8 bilhão, ficando atrás apenas das eleições americanas.

A polêmica da vez na CazéTV 

Aqui no Brasil, esse $$$ todo ligou o sinal de alerta e colocou a CazéTV no centro de um debate nacional. Detentora dos direitos digitais de todos os 104 jogos, o canal virou alvo de duras críticas pela presença de publicidade de casas de apostas.

  • Parte do público reclama principalmente de narradores e comentaristas sugerindo palpites e divulgando odds em tempo real — um formato que não é tão comum acontecer em outros veículos — apontando que o modelo normaliza e estimula o vício.

A deputada federal Erika Hilton acionou o Ministério Público Federal para tentar proibir que comentaristas esportivos façam propaganda de bets durante as transmissões ao vivo. O MPF abriu investigação por possível publicidade abusiva.

Por outro lado, o próprio Cazé veio a público se pronunciar dizendo que o mercado de direitos esportivos de transmissão é inflacionado e que parcerias comerciais pesadas, como as bets, são o único meio de garantir uma transmissão 100% gratuita.

(The News)

Em reunião com empresários, Orleans Brandão amplia diálogo com setor produtivo

A construção de propostas para o desenvolvimento econômico do Maranhão foi o tema central do encontro que o pré-candidato a governador Orleans Brandão teve nesta terça-feira (23) com empresários, representantes da indústria e do comércio maranhense, na Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA). 


O pré-candidato destacou a importância do diálogo com o setor produtivo, apresentou indicadores econômicos do estado e ressaltou que o cenário atual permite maior capacidade de investimentos no estado.

“Como secretário de Assuntos Municipalista, cumpri a missão de percorrer todo o Maranhão para entender as necessidades de cada cidade e buscar as soluções. Foi assim que ajudei o governador Carlos Brandão a levar obras e serviços aos 217 municípios. Agora, como pré-candidato que quer dar continuidade a esse grande trabalho, estamos ouvindo todos os segmentos para construir um bom plano de governo”, declarou Orleans Brandão aos empresários. 

O pré-candidato falou do atual cenário econômico do estado destacando que o Maranhão está em segundo lugar em solidez fiscal no país e subiu da letra C para a letra A em capacidade de pagamento, apto a buscar investimentos, estabelecer parcerias e ampliar as oportunidades de geração de emprego e renda. “O Maranhão subiu 10 posições no ranking de gestão pública, temos um porto do Itaqui que bate recorde histórico de movimentação de cargas, oferecemos 2,3 bilhões em isenção fiscal para incentivar a nossa indústria e a geração de empregos. Sabemos que não está tudo resolvido, mas hoje vivemos um novo momento, em condições de dialogar com o setor produtivo e construir propostas de desenvolvimento econômico do nosso estado”, enfatizou.

Reconhecendo a contribuição dada pelo setor produtivo à economia do estado que alcançou um PIB histórico de 4,2 quando a média nacional foi de 1,8, ele reforçou a determinação de continuar incentivando a industrialização do estado, o comércio, o agronegócio e todo o setor produtivo em um futuro governo. “Queremos gerar emprego e renda, dar oportunidade para as pessoas trabalharem. É nisso que eu acredito e esse é o nosso compromisso. E por isso vamos precisar da parceria dos empresários, dos comerciantes, dos produtores. Por isso nos colocamos à disposição para esse diálogo, ouvir as contribuições de vocês para construir o plano de governo que atenda às necessidades dos maranhenses”, concluiu ele.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

PF diz que banco de Edir Macedo usou mesmo esquema do Master


Dois bancos, a mesma trama
- A Polícia Federal apontou semelhanças entre o esquema investigado no Banco Digimais, pertencente ao bispo Edir Macedo, e o modelo de negócios que sustentou o Banco Master até sua liquidação pelo Banco Central. Segundo a PF, a instituição do líder da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) teria recorrido a manobras contábeis para ocultar sua real situação financeira e ampliar sua capacidade de captação de recursos. 

De acordo com a investigação, o Digimais inflou o valor de ativos, ofereceu CDBs com remuneração acima da média do mercado e utilizou estruturas financeiras que, na avaliação da PF, serviram para dar aparência de solidez ao banco. Os investigadores citam, entre os exemplos, a superavaliação de títulos, imóveis e carteiras de crédito, além da substituição sucessiva de auditorias independentes para evitar ressalvas nos balanços financeiros. A operação também reforça a proximidade entre as duas instituições. O Digimais adquiriu ativos do Banco Master e chegou a negociar sua venda para Maurício Quadrado, ex-sócio de Daniel Vorcaro. (Folha)

A ascensão do Digimais coincidiu com a chegada de executivos ligados ao círculo empresarial do bispo Edir Macedo aos principais cargos de comando da instituição. Entre os alvos da Operação Miragem está João Luiz Urbaneja, bispo da Igreja Universal que assumiu a presidência do Conselho de Administração do banco em 2024. Também é investigado Thiago Rodrigues Urbaneja, filho do bispo Urbaneja, que ocupava a presidência executiva do Digimais até o início deste ano. (Globo)

E o Ministério Público de São Paulo arquivou, no mês passado, um pedido para investigar a autorização concedida pelo governo de Tarcísio de Freitas para que o Banco Digimais oferecesse empréstimos consignados a policiais militares do estado. O convênio firmado com o governo paulista foi publicado em setembro de 2025 e abriu ao banco um mercado potencial de mais de 80 mil PMs da ativa. O Republicanos, partido do governador, tem ligação umbilical com a Igreja Universal. (Metrópoles)

Já o BTG Pactual deve abandonar as negociações para a compra do Banco Digimais após a operação da PF, segundo fontes envolvidas na operação. As conversas, que já estavam paralisadas, dependiam de uma injeção de recursos do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), alternativa que perdeu força após a deflagração da Operação Miragem. (Estadão)

O esquema investigado
replica a tecnologia de fraude do Master — mas com uma diferença crucial: por trás do banco há um partido político, uma emissora de televisão, capelães dentro da PM paulista e um projeto de poder construído por décadas, que esteve perto de eleger um presidente da República. (Meio)

Copa 2026: os próximos jogos do Brasil

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