Cruzamento de dados do MDS e do Caged evidencia impacto das políticas de inclusão no trabalho formal
O mercado de trabalho brasileiro manteve uma trajetória consistente de crescimento em 2025. Entre janeiro e novembro do ano passado, o país registrou saldo positivo de 1.895.130 empregos formais. Desse total, 1.672.018 vagas (88,2%) foram preenchidas por pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), principal instrumento de identificação de famílias em situação de vulnerabilidade social. Os dados evidenciam o alcance e a efetividade das políticas públicas voltadas à promoção da inclusão no mercado de trabalho formal.
Os dados revelam um avanço na participação das mulheres no
mercado de trabalho. Entre os inscritos no Cadastro Único, elas representaram
52,1% do saldo de empregos, superando os homens, que ficaram com 47,9%. Esse
fenômeno também se refletiu nas admissões, onde as mulheres corresponderam a
56% (5.016.802) das contratações, enquanto os homens representaram 44%
(3.938.294).
Entre os beneficiários do Bolsa Família, o saldo de empregos atingiu 1.208.893 vagas, equivalente a 63,8% do total geral. As mulheres também se destacaram nesse grupo, representando 57,2% das contratações líquidas. Nas admissões, elas corresponderam a 60,5% (2.459.151) e dos homens foi de 39,5% (1.605.812). As informações são fruto de cruzamento de dados realizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) com os números do Caged.
Distribuição
geográfica
Juntos estes estados geraram empregos para 921.365
pessoas inscritas no Cadastro Único e superam mais da metade dos empregos das
pessoas do CadÚnico (55,1%).
Ascom MDS
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