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O presidente do STF, Edson Fachin, tirou a relatoria de três processos das mãos de André Mendonça e os levou para a Presidência da Corte. Com a decisão, Fachin passa a comandar diretamente a apuração sobre supostas mensagens trocadas entre Moraes e Daniel Vorcaro. |
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O
presidente também fica responsável pelos inquéritos da Operação
Compliance Zero, do Caso Master, e da Operação Sem Desconto,
que investiga as fraudes no INSS. O movimento acontece a dois dias do
julgamento sobre Alexandre de Moraes. |
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Ainda ontem, o ministro
Cristiano Zanin determinou que o diretor-geral Andrei Rodrigues entregasse,
até as 23h, uma cópia integral dos dados do celular de Vorcaro. |
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Por que
isso importa? Normalmente é o relator de um
inquérito quem decide o ritmo e a extensão do acesso a provas sob sigilo. Ao
oficiar a PF por conta própria, Zanin rompeu essa lógica de
hierarquia interna que costuma organizar o funcionamento do
tribunal. |
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Na mesma
linha, horas depois, Alexandre de Moraes cobrou de Fachin a quebra de
sigilo do caso. O argumento é que o conteúdo é necessário para o
julgamento, e ele pede que os autos cheguem a todos os ministros antes da
sessão. |
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Enquanto
isso… Um manifesto assinado por 198 pessoas
— entre ex-ministros, juristas e empresários — foi enviado a Fachin,
classificando o momento como a mais grave crise do STF e
defendendo reformas na Corte. A sessão extraordinária será realizada amanhã,
às 10h. (The News) |
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