O pré-candidato ao Governo do Estado, Orleans Brandão, reuniu-se com representantes de grupos folclóricos e fazedores de cultura na noite desta quinta-feira (16), na Casa Barrica, em São Luís.
O evento marcou a adesão de mais de 300 manifestações culturais ao projeto político de Orleans, consolidando uma base de apoio focada na continuidade e expansão das políticas para o setor.
Fortalecimento da Economia Criativa
Durante o ato, o pré-candidato defendeu que a cultura deve ser tratada como prioridade estratégica, funcionando como engrenagem para o turismo e a economia do Maranhão. Orleans destacou a importância da escuta ativa para superar os desafios remanescentes na área.
Reconhecimento da cultura como força motriz da economia criativa.
Garantia de continuidade das ações de diálogo com o setor.
Foco no crescimento e oportunidades reais para artistas locais.
Apoio das Lideranças e Grupos
Diversas entidades de peso na cena cultural maranhense manifestaram seu apoio, citando avanços recentes como o reajuste de cachês — que estavam congelados há 12 anos — e a viabilização de grandes eventos como o Carnaval de Passarela.
Grupos de Bumba Meu Boi: Nina Rodrigues, Axixá, Barrica, Humberto de Campos, Lendas e Magias, Morros, Brilho da Lua, São Simão, Madre Deus e Oriente.
Outras Manifestações: Dança Portuguesa de Itapecuru, Dança do Coco Pirinã, Blocos Tradicionais Os Trapalhões e Brasinha.
Representações Institucionais: Liga das Escolas de Samba e União de Quadrilhas Juninas (representando 118 grupos).
“A cultura maranhense não será apenas valorizada, ela será prioridade. Estamos falando da alma do nosso povo, da nossa história e do nosso futuro. Precisamos garantir condições para que nossos artistas e fazedores de cultura tenham apoio, reconhecimento e oportunidades reais de crescimento.” — Orleans Brandão
Propostas e Compromissos
O setor cultural aproveitou o encontro para formalizar demandas por meio de uma Carta de Compromisso, visando a perenidade dos saberes populares e o suporte financeiro aos artistas.
Criação de escolas de saberes populares.
Abertura de linhas de crédito específicas para guardiões da cultura.
Manutenção do diálogo direto entre o governo e os produtores.
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